A propósito da minha postagem anterior, EU TAMBÉM QUERO SER FELIZ AGORA, trago à baila um poema de Fernando Pessoa. Através da leitura desse poema é possível iniciar uma reflexão sobre a nossa necessidade, e ao mesmo tempo, a nossa dificuldade de nos libertarmos. Quando, enfim, seremos capazes de nos libertarmos e dizer: EU SOU (ESTANDO) FELIZ AGORA, porque sou livre para ser o que sou, quem sou, um ser inteiro de mim com os meus sentimentos, com a minha alma e a minha comunhão. Não possuímos a eternidade neste espaço-tempo, portanto, devemos viver intensamente nele, para que no dia da nossa partida tenhamos deixado um legado de vida. (ao meu primo Edvaldo que partiu deste espaço-tempo, no dia de ontem, deixando uma vida bem vivida - vá em paz e com Deus) Quando é que o cativeiro Acabará em mim, E, próprio dianteiro, Avançarei enfim? Quando é que me desato Dos laços que me dei? Quando serei um facto? Quando é que me serei? Quando, ao virar da esquina De...
Espaço destinado a trabalhos de autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, coaching, programação neurolinguística, psicanálise, psicopedagogia, pedagogia, contação de histórias, terapias complementares e alternativas: florais, reiki, leitura de aura, argiloterapia, aromaterapia, cromopuntura, dança circular, etc. Alimentação saudável e vegana.

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Verônica e Renato